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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Eu voltei, agora pra ficar!

Depois das festas de final de ano.

Depois de férias, com direito a visitar a vovó no interior e passar uns dias na praia.

Depois de voltar ao trabalho.

Depois do computador ter voltado dos mortos...rs.

Cá estou!

Tantas, tantas novidades, que nem sei por onde começar. Então, pra não meter os pés pelas mãos, vou organizar os pensamentos e volto logo logo...rs.

Beijos, não me abandonem!!!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

11 anos



Sábado marido e eu completamos 11 anos de casados.
 
Às vezes parece que foi ontem. E noutros momentos acho um tempão.
 
Nos dias de hoje, onde casais casam e separam na velocidade da luz, pode-se dizer que temos um casamento duradouro. E que ele perdure por muitos e muitos anos mais.
 
Outro dia, no carro, perguntei se ele lembrava de como era nossa vida antes do nascimento da Ana Elisa. Ele disse que sim, e me quis saber o motivo da pergunta.
 
Eu, sinceramente, nem lembro muito bem. Sei que não tínhamos muito horário pras coisas, finais de semana eram dias pra acordar tarde, se alguém chamasse pra sair em plena quarta-feira nós nem pensávamos antes de aceitar o convite, jantar podia ser comida ou qualquer coisa que fosse comestível, e por aí vai.
 
Curtimos muito nosso período casal sem filho. E, logo que Ana nasceu, senti falta disso. Porque com criança tudo requer planejamento e levar uma tralha. Nada de uma bolsinha só com documento e celular. Nada de barzinho às nove da noite da terça. Nada dessas coisas.
 
Mas a gente se ajeita, se adapta, e aprende a curtir outras coisas, outros lugares, e se encontra como família. E, sinceramente, acho que nunca fomos tão unidos como agora. Porque pro negócio familiar funcionar, todos tem que colaborar. Papai, mamãe, filhinha. E, modéstia a parte, a gente fez funcionar muito bem. Ao nosso modo, errando e acertando, mas fez.
 
Nesse dia em que conversamos, no carro, ele me disse que gosta mais de agora. E, sinceramente, eu também. Nossa vida é mais corrida, mais programada, o dinheiro mais curto, mas os risos, os abraços e o amor que transborda não tem igual.
 
Por isso eu digo: casamento não é fácil, mas fica muito melhor quando trabalhado a 4 mãos.

 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Sozinha...

(Autoria desconhecida)


Ontem presenciei uma coisa que me deixou horrorizada, de queixo caído e querendo dar um murro na fuça de alguém denunciar ao Conselho Tutelar.
 
Como estava uma noite agradável, fomos ao parque. Um super parque, com muita gente fazendo de um tudo: caminhando, correndo, jogando futebol, jogando vôlei, mães passeando com seus bebês, crianças brincando, gente dando comida aos peixes do lago, marmanjos babando nos carrinhos de automodelismo (meu marido estava no meio, mas ele também pilota, não fica só babando...rs), e por aí vai.
 
O parque é gigaaaaante, bem iluminado e bem monitorado. Há guardas municipais passando o tempo todo, o que me deixa bem mais tranquila. Mas isso não quer dizer que estamos seguros, né. Talvez um pouco menos desprotegidos.
 
Pois bem. Enquanto o marido estava vendo os carrinhos, filhota e eu ficamos no parquinho. E assim que chegamos veio uma menininha, com aquela conversa tradicional das crianças: Oi, tudo bem? Qual seu nome? Quantos anos você tem? Quer brincar comigo?
 
Ana Elisa respondia tudo e olhava pra mim, como que pedindo permissão pra falar. Eu sorria e balançava a cabeça positivamente. A menina falou que estava brincando na lama, e eu falei que na lama a Ana não poderia ir (lama às oito e pouco da noite não rola), que elas poderiam brincar no parque. Ela disse que a mãe mandou que ela ficasse com seus brinquedos ali, na terra, e que não poderia sair. Então eu sugeri que a Ana Elisa brincasse nos brinquedos perto dela. Que dó.
 
E foi assim, entre um balanço e outro, um escorrega e outro, elas iam conversando. E eu também. Foi quando perguntei: Cadê a sua mãe?
 
De repente, não mais que de repente, ela me contou algo que me deixou de cabelos em pé:
 
"Ela está por aí, tia. Ela vem com o namorado pra correr. E eu fico aqui, brincando. Quando ela passa por aqui me dá tchau, e eu quero ir junto, mas não consigo correr tão rápido. Às vezes eu fico assustada e tento encontrar eles, mas não consigo nunca, e me perco. Daí alguém me acha e me leva no guarda. Uma vez eu vi o namorado dela passar e corri atrás, porque estava com medo, mas não consegui alcançar, porque ele corre muito rápido. Uma moça me achou e perguntou o que eu estava fazendo sozinha. E eu contei. E ela ficou comigo esperando minha mãe chegar."
 
Eu ainda estava digerindo tudo aquilo quando ela ouviu um latido e falou: Ah, esse latido é do cachorro da minha avó. Ela mora aqui perto, em frente do parque.
 
Peralá. Vamos por partes. Uma mãe, doida, irresponsável, sem juízo, que só pensa no próprio umbigo, resolve correr e leva a filha de 6, SEIS anos junto, e larga sozinha no parque. E a vó mora em frente! Como assim? Por que não deixa na casa da vó? Da onde tirou que essa criança tem maturidade pra ficar sozinha? Em que mundo ela vive? Não pensou nos perigos que essa criança está correndo ficando ali, sozinha? Da mesma forma que eu puxei conversa, poderia ser uma doida que trafica crianças. Será que ela nunca ouviu falar disso? Meu Deus do céu...
 
Daí a doida sem juízo, em quem eu queria dar um soco mãe chegou, e me olhou feio, porque eu estava perto da filha dela. Ha-ha. Ela deixa a guria sozinha e eu estou errada em ficar perto? Poderia ter levado a menina embora e estar a quilômetros de distância dali, baby. Logo em seguida o namorado chegou, e eu senti o sangue subir pela forma ríspida como falaram com a menina.
 
Peguei minha filha, me despedi da menina e saímos dali. Enquanto andávamos pelo parque, Ana me perguntou sobre aquela cena toda. E eu nem tinha muito o que explicar, como justificar. A mãe não era cuidadosa, ponto.
 
O que mais me angustia é saber que hoje ela estará lá novamente, sozinha, enquanto a madame se exercita. E que muitas outras meninas passam pela mesma situação...

 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Mea culpa.



Que vergonha... Que vergonha... Que vergonha...
 
Faz tanto tempo que não passo por aqui que nem o meu blog lembrava de mim...rs.
 
Mas é que tantas coisas acontecem ao mesmo tempo, que fica difícil parar e registrar tudo. Antes eu era mais "correta" quanto a isso. Sentava com certa peridiocidade, programava posts, tudo para não deixar meus dois leitores sentirem minha falta.
 
Só que, simplesmente, não deu. Me perdoam? Por favor! (Estou fazendo essa carinha do gatinho do Shrek...rs).
 
Bom, cá estou e vou tentar não ficar tanto tempo longe, até porque sinto falta de escrever. E, além do mais, ouvi de pessoas diferentes que gostam do meu blog, que sentem-se "em casa" nesse meu espacinho, que falo do cotidiano de um jeito bacana... e aí fiquei me achando me animei a escrever.
 
Estamos a menos de um mês do Natal. Caraca! O tempo voa, realmente, pelamor. E esse ano tivemos duas árvores de Natal aqui em casa. Coisa de doido? Não, calma...rs.
 
A árvore do ano passado era pequena, de um metro, e magrinha. Mas era o que tinha, sabe? E, logo no comecinho de novembro, Ana Elisa e eu montamos a árvore e enfeitamos a casa. Ela estava ansiosa por isso, e eu também adoro essa época e os enfeites natalinos, então uni o útil ao agradável.
 
Mas meu marido, que é doido pra ter daquelas árvores gigantes, não gostava da árvore magrelinha. E comprou uma um pouco maior, e mais gordinha, e com luzes já embutidas. E montamos mais essa, que ficou linda! E daí que ficamos com duas árvores na sala. Isso sim é uma casa natalina...rs. Calma, não sou doida a esse ponto e meu marido levou a árvore antiga embora.
 
Ana Elisa estava muito na dúvida do que queria pedir ao Papai Noel de presente. Então a levamos a uma super loja e deixamos que visse tudo, pra elaborar uma lista. Mas não é que o Bom Velhinho vá dar mais de um presente, é que se ele não encontrar uma coisa, ou se for muito caro, ele pode dar outra. E, depois de muito pensar, a lista ficou assim:
 
-Barbie noiva e Ken Noivo;
-Quarto da Barbie;
-Boneca que come e bebe de verdade, e faz xixi de verdade (mamãe não estava muito a fim...rs)
-Barbie que anda de bicicleta.
 
Será que minha filha gosta de Barbies? Será? Hahaha! Eu sempre adorei a boneca, e acho que acabei passando esse gosto a ela. Trocar as roupinhas, os sapatos, montar uma casa, tudo isso é bom demais, e alimenta o mundo da imaginação. O que será que o Papai Noel vai dar? Segredo...
 
Fizemos a cartinha e, junto ao pedido, ela prometeu se comportar melhor. Não que ela não se comporte, mas está numa fase de achar que é dona do próprio nariz. Fala sério, ela só tem 4 anos! O Papai Noel pegou a carta na nossa árvore e ela tem cumprido o combinado. Vamos ver até quando.
 
Então é isso. Vou contando as novidades aos poucos, pra ter bastante assunto...rs.
 
Beijo, me liga.

 

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Era uma vez...



 
...Uma princesa muito linda, esperta e cheia de energia. Seu nome era Ana de Neve. Ela vivia no seu reino encantado, cercada de pessoas que a amavam.

Um dia um grupo de outras princesas e príncipes, sob os cuidados da Rainha, foram à um passeio muito divertido a um reino vizinho, chamado "Mundo da Xuxa".

Nesse reino havia muitos brinquedos, e as princesas e príncipes se deliciaram com tanta diversão. Fizeram um lanche no bosque do reino, assistiram a apresentação dos bobos da corte locais, riram muito e não queriam que aquele dia acabasse mais.

Até que de repente, não mais que de repente, uma tragédia aconteceu. A pequena Ana de Neve estava brincando inocentemente com algumas princesas da sua idade, imitavam gatinhos pelo chão. Uma princesa maior, descuidada, veio correndo em sua direção e...

Cataploft! Ana de Neve foi ao chão! Mas, como ela já estava muito próxima ao chão, o dano foi ainda pior. Ela bateu sua boquinha de lábios cor-de-maçã no chão, e com isso um dentinho da frente quebrou e sangrou um pouquinho.

Sua mãe, a Rainha, correu em seu socorro. A Rainha-Avó conseguiu guardar o pedacinho do dente, enquanto a Rainha correu com a pequena Ana de Neve para o lago. Lá, ela lavou a boca para avaliar a dimensão do acidente, e ficou muito triste ao constatar a quebra do dente.
 
Ainda bem que já se aproximava da hora de irem embora, porque ali o passeio acabou para a pequena princesa e para sua mãe. A pequena não quis saber de mais nada, ficou amuadinha e acabou adormecendo. Voltaram para o seu reino em sua carruagem real.
 
À noite, passaram no castelo da Rainha-Bisavó. Esta, tinha preparado uma sopa deliciosa, que apeteceu a pequena Ana de Neve e a fez criar coragem de comer. Isso foi um alívio para todos, já que a pequena não queria saber de nada.
 
No dia seguinte, um sábado, foram consultar o dentista do reino. Como ele já cuidava do sorriso do Rei, da Rainha e de todos da corte, confiavam muito em seu diagnóstico. Analisando superficialmente, achou que não tinha abalado a raiz do dente, e que daria para recolocar o pedacinho. Mas achou melhor que ela voltasse na segunda-feira, onde haveria uma dentista especialista em princesinhas.
 
Passaram o final de semana bem, embora a pequena tivesse medo de mastigar. Maçãs, então, nem pensar! Mas tiveram até uma festa num castelo vizinho, onde poucos notaram o dentinho quebrado.
 
Na segunda-feira, lá foram elas à consulta. A dentista era um amor, e tratou a princesa com toda delicadeza. Mas esta, que já estava com muito medo, deu um baile! Depois de muita conversa, a deixou examinar. Infelizmente, foi constatado que o trauma abalara a raiz do dente, sim. E que seria necessário fazer um canal antes de reconstruí-lo.
 
A Rainha sentou na cadeira da dentista e segurou a princesa que, depois de muito lutar, acabou deixando a dentista mexer no dentinho. E na hora do canal, ficou quietinha, de boquinha aberta e sem dar um gritinho sequer. Apenas deixou cair uma lágrima, que fez com que o coração da Rainha partisse em mil pedaços.
 
Mas, felizmente, a dentista foi bem rápida, carinhosa e precisa, e terminou o dentinho antes que a princesa cansasse. O dentinho, embora um pouco mais escurinho que o vizinho, ficou muito bom, e mal se nota que ele foi reconstruído.
 
E foi assim a história da princesa que foi passear e voltou com o dente quebrado. Ela passou pelas mãos mágicas da dentista e viveu feliz para sempre!!!
 
(Essa é uma história real, ocorrida em abril/12)

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Tati versão 3.4

E eis que na semana passada foi meu aniversário.

Se você já sabia, parabéns, é meu amigo...rs.

Se não sabia, pode anotar na agenda e me dar parabéns no ano que vem...rs.

Eu a-do-ro fazer aniversário e a-do-ro comemorações. Quanto mais, melhor! E esse ano não foi diferente. Desde uma pizza em casa, só com a família, até um barzinho só com amigos, teve de um tudo.

Não sei nem como agradecer a Deus tantas coisas boas. A saúde, em primeiro lugar. A família linda e abençoada que tenho. Os amigos queridos do coração. E o resto é trabalhar pra realizar. E bola pra frente!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O aniversário.

 
 
O aniversário passou e eu nem vim contar. Tá, eu sei, podem me bater. Mas é que tudo foi tão rápido, tão trabalhoso e tão gostoso ao mesmo tempo que não deu tempo. Então, antes tarde do que nunca...rs.
 
Ela completou 4 primaveras no último dia 06, uma quinta-feira, véspera de feriado. No dia do aniversário mandei um bolo pra cantar parabéns com os amiguinhos da escola. E ela quis que eu mandasse um vestido que comprei da Moranguinho pra trocar na hora do bolo. Ah, o tema foi Moranguinho, eu contei? Pois é...rs. Correu tudo bem, foi tudo ótimo, as crianças adoraram e se esbaldaram.
 
Esse ano foi o primeiro que ela realmente curtiu o aniversário, os preparativos, ficou ansiosa, fez contagem regressiva e tudo que uma aniversariante tem direito. No dia, madrugou.
 
"Mãe, já tá de dia?"
 
"Tá sim filha"
 
"Já é meu anivesálio?"
 
"É sim filha"
 
E ela veio correndo pra nossa cama, pulando em cima da gente.
 
"Eba mãe! Já pode puxá minha olelha. Me dá banho? Põe uma ropa bem bonita? Leva meu bolo? Bla bla bla...."
 
Nunca imaginei uma guria de 4 anos tão ansiosa e feliz com o aniversário. Claro que fiquei super feliz também. E achei tão bonitinho ela agradecendo quando as pessoas a cumprimentavam, como ela falava direitinho ao telefone com quem ligava pra ela... toda moça. Ai ai... Definitivamente, ela cresceu.
 
Pois bem, claro que, madrugando e tendo um dia tão agitado, ela tirou um cochilão voltando pra casa. Eu deixei. A noite a levamos ao shopping, tendo como companhia a tia e o padrinho, que ainda a levou no parque do shopping. Todos nos esbaldamos. Foi um dia delicioso!!!
 
E no sábado, dia 08, fizemos um churrasquinho só para a família e amigos maaaaaaais chegados. O dia estava lindo e ajudou bastante. Só pra ter cara de aniversário, fiz uma mesa personalizada que ficou bem bonitinha, modéstia a parte. Minha comadre deu as ideias e fez os moldes no computador, minha mãe imprimiu, eu montei tudo, e nós três, mais minha cunhada e prima (quantas mãos...rs) montamos no dia. Deu cara de festa, sem sair caro. Trabalho deu, claro, mas eu não morri com isso e achei bacana esse lance de "faça você mesma"...rs.
 
Nesse dia, novamente, ela madrugou, queria se arrumar logo, ficou me apressando, quis ajudar a arrumar e curtiu muito a festinha. A felicidade enche o meu coração de alegria. E mesmo que fosse só um bolo a faria feliz, o que muito me alegra. Porque estamos criando uma criança que dê valor aos sentimentos, a presença dos que a amam, e não ao tamanho da festa ou dos presentes. E parece que estamos conseguindo.
 
E foi isso gente. Preciso de um feriado pra descansar do feriado, mas o saldo foi mega positivo. E o que mais importa no final das contas? =)