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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Escolha.




Quando estamos grávidas, pensamos em mil detalhes: o quarto do bebê, o enxoval, o carrinho, o nome. Mas muitas grávidas deixam pra última hora uma escolha muito importante: o hospital.

Nossos planos de saúde são pra lá de complicados. Então, uma coisa a ser verificada: o ginecologista e obstetra que acompanhou a gestação poderá fazer o parto? Ele poderá levar a sua equipe?

Isso varia muito de plano para plano, de hospital para hospital. E é uma frescura atrás da outra, vocês não tem ideia. O plano que eu tinha à época que Ana nasceu não deixava que eu usasse os "serviços" do hospital e levasse o meu GO. Ou era tudo deles ou pagava tudo.

Jesus, quanta burocracia! E há outros fatores a serem observados, por exemplo: o pai pode acompanhar o parto? O quarto dá direito a acompanhante? Há sala especial para quem quer tentar o parto normal? Há UTI neo-natal? E por aí vai, são zilhões de informações.

Algumas mães pensam na parte "hoteleira" da coisa e se esquecem do essencial. Conheço várias casos assim, a mãe quis ter num hospital chique e se arrependeu, pois a assistência dos médicos e enfermeiros deixou muito a desejar.

Então, sem querer assustar mas já assustando, pesquisem, pergunte, observem bem onde pretendem passar pela experiência mais mágica da vida de uma mulher!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Pressão 14 x 9.

Aos 25 anos fui internada com pressão alta.

Foi assim: estava na escola, hora do lanche das crianças. Uma chamou e fui ajudar. Sentei porque senti uma vertigem e caí dura! Imagina o pânico das crianças, achavam que eu tinha morrido (seria cômico se não fosse trágico).

Chegando ao PS, procedimento padrão: tira gotinha de sangue do dedo, põe termômetro, mede pressão. A médica até trocou de aparelho ao medir minha pressão, pois não era possível estar tão alta eu sendo tão nova e sem ter tido isso antes. Mesmo no novo aparelho, o resultado era o mesmo: a alta na casa dos 20 e poucos, socorro!

Na hora ela me encaminhou pra internação, pois queria descobrir a causa daquilo. E eu morrendo de fome, doida pra ir pra minha casinha, comer um macarrão e deitar. Mas que nada. Foram 3 longos dias naquele hospital.

Exames, questionário sobre minha saúde, comida ruim, mais exames, e tudo na companhia do papis, que largou tudo pra ficar comigo, enquanto marido trabalhava e só voltava a noite (meu pai sempre foi o companheirão quando fico doente, outro dia conto mais).

Pois bem, de lá pra cá o bom e velho Captopril faz parte da minha vida. E o cardiologista sempre pegando no meu pé: dieta, exercícios, cortar gordura, etc e blá blá blá.

Hoje tive consulta. A mesma ladainha de sempre e mais mil guias pra serem trocadas, autorizadas e depois fazer os exames. Pressão um pouco alterada. Resultado: aumento na dose do remédio.

Eu odeio remédios. E a minha listinha está aumentando. Me sinto velha, socorro!!!

P.S.: foto com papis (eu grávida).