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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Desenvolvimento.

Sei que não sou perfeita. Aliás, ninguém é. E sei que não sou exemplo de mãe pra ninguém. Faço o meu melhor, mas não sou radical num montão de coisas. Sei lá, acho que cada mãe faz o que é melhor pro seu filho e ponto.

Mas tem uma coisa que eu sempre achei, continuo achando e levanto a bandeira. Filhos crescem, isso é fato. E por mais que isso doa, por mais que a gente torça pra que alguém invente uma máquina de congelamento de tempo, eles precisam acompanhar cada etapa do desenvolvimento. E nosso papel é fundamental pra que isso ocorra de forma natural e saudável.

Pensei em escrever isso quando percebi o número de crianças que ainda têm atitudes de bebês por conta da vontade da mãe que eles não cresçam nunca. Essas crianças ainda usam chupetas, mamadeiras e ainda só comem se a mãe der na boca.

Tá, ok, sei que isso tudo facilita um bocado a vida das mães, mas o tempo passa, eles precisam aprender e precisam se virar. E não adianta a mãe querer que o tempo congele, porque não vai congelar. Ao contrário, ela vai criar uma criança insegura e que ainda passará por situações de constrangimento com os amigos. Imaginem só se eles chegam na escola e não sabem comer sozinhos porque a mãe ainda dá na boca? Os amigos rirão, com certeza, e a criança sofrerá por algo que claramente poderia ser evitado.

Chupetas e mamadeiras também. Além de prejudicarem a dentição (casos de crianças que mamaram/ chupetaram até tarde e não foram prejudicados é exceção, não regra, que isso fique claro), elas impedem que a criança avance naquela etapa do desenvolvimento.

É duro, chega a doer ter que tirar aquilo que o filho tanto gosta, além de ser bem cômodo pras mães, claro. Mas tudo tem idade pra acontecer e deixar de acontecer. Claro que ninguém vai arrancar a chupeta assim, do dia pra noite. É um trabalho que, às vezes, leva tempo (a minha, por exemplo, largou num piscar de olhos, mas não é sempre assim). Mas é necessário pro bom desenvolvimento físico (dentes) e mental (pra que me comportar como uma criança se ainda sou o "bebê" da mamãe?).

Então, mamães, fica a dica. Conversem em casa, com amigas, com o pediatra. Mas não deixem de pensar no assunto. 





1 comentários:

Dri Viaro disse...

é verdade Tati, chega uma hora que tem que crescer. sempre fui contra muitas mães deixarem os filhos usarem fraldas até o dia que decidissem, e acredite, tem muita mãe assim! Isso faz com que a criança retarde seu crescimento, e mais que passe vergonha por algo q não teve culpa!!

beijos

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