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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Enfim...

... F É R I A S ! ! !

Parece que nunca esperei tanto por um tempo de descanso, mas eu sempre digo isso quando, finalmente, entro em férias...rs.

Férias com filhos é diferente daquelas do tempo pré-mãe, com direito a dormir até tarde, decidir um programa em cima da hora e chegar quando está amanhecendo tarde em casa. Mas pode ser tão deliciosa quanto.

Minha pequena está numa idade muito boa, onde podemos passear sem medo, sem neuras, sem levar um acampamento. Então, se me dão licença, vou ali curtir um pouquinho e volto em breve.

Tentarei deixar alguns posts preparados, mas não prometo. Tentarei não acessar a Internet, mas, igualmente, não prometo...rs.

Então, até amanhã, ou até semana que vem. Mas não me abandonem!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Comida.

Minha filha, como vocês já sabem, come super bem. Mas, como toda criança, tem suas predileções e alterna dias em que come super bem, dias que come bem e dias que come razoável. Eu não me preocupo porque os dias do "razoável" são poucos.

Agora, nos dias do "come super bem" parece uma refugiada da Etiópia!

Certos dias eu já tenho um cardápio pensado, algumas vezes previamente adiantado, e não mudo nem se o Papa pedir. Mas, muitas vezes, ela me ajuda a pensar no que vou fazer (claro que, em alguns casos, dou uma pequena induzida pra não ter que fazer algo difícil que ela tenha escolhido...rs).

Outro dia ela escolheu: macarrão, frango e brócolis. E macarrão com manteiga, nada de molho disso ou daquilo (herança dos meus nonnos italianos). E atendi ao pedido da guria.

Ela comeu e lambeu os beijos. Mamãe, seu papá tá delicioso! (A tia Lelê ensinou a frase e eu juro que adoro...rs).

O papai, naquele dia, chegou mais tarde e esquentou um pouco de arroz integral (do dia anterior). Ela quis comer um pouco. E depois chupou um cacho de uva. E, antes de dormir, pediu um pedaço de bolo (que eu, como uma mãe cruel e insensível boa e sensata, recusei. Troquei por um bom copo de leite).

Daí a garotinha pula, brinca, corre e etecétera o dia todo. Claro, pra queimar todas essas calorias tem que se mexer!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Puérpera.

Gentem, dêem uma lida no texto que a Lia postou.

Além de muito bem escrito, traz à tona uma realidade que só quem pariu conhece.

Enquanto carregamos o bebê, somos o centro do universo. Assim que o bebê nasce, quase ninguém lembra da nossa existência.

E nós, passando por um turbilhão de emoções, tendo que lidar com uma mudança brusca em nossas vidas e sem saber como passar por tudo isso.

Eu tive apoio, graças a Deus. De poucos, mas tive. Aliás, de poucos não, dos essenciais. E quem não tem? Ai ai ai.

Vale a pena ler.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Festa Julina.

Amanhã a pequena Ana Elisa participará da festa julina da escola.

Confesso que, junina ou julina, eu adoro a festança!

Cá estou eu, em meio a vestido, avental, meia-calça, laços e chucas. Ser mãe de menina é isso, muitos e muitos detalhes. Mas confesso, eu amo isso tudo!

Beijo procês, sabor pamonha...rs.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Tetê.

Como falei sobre experiências maternas traumatizantes (ou não), hoje vou falar da mamadeira.

Todos já sabem que eu amamentei muito pouco, por diversos motivos, e blá blá blá Whiskas Sachê. Então, desde 1 mês de vida minha filha foi introduzida no "Maravilhoso Mundo Das Mamadeira".

Passou por diversos modelos, bicos, furos e estávamos felizes da vida. Até que, lendo aqui e acolá, percebi que estava na hora de começar uma transição pra copo, pra evitar futuros danos à dentição dela.

E, novamente, sofri, pensei, pesquisei, chorei, numa dízima periódica. Além dela adorar sua Tetê, eu também adorava e curtia aquele momento de preparar o leitinho e vê-la tomando, com aquele biquinho delicioso. Mas, como nem tudo são flores, decidi que tiraria a mamadeira.

Fui numa loja especializada, pesquisei, olhei, escolhi e comprei um copo com bico (bico de copo, diferente do de mamadeira, sabe?) e levei pra casa. Ah, e também comprei um novo copo pra água, um copo com canudo e uma canequinha, por via das dúvidas...rs.

Em casa, mostrei os copos pra ela, que adorou! Lavei, fervi, deixei esfriando e só pensava em como seria aquela noite, quando tomasse leite no novo copo pela primeira vez.

A noite, ela pediu: Mamãe, tetê. E lá fui eu, com medo, pegar o novo copo e fazer um leite bem gostoso. Dei o copo já fazendo um lindo discurso: Olha filha, agora você não é nenê, é mocinha, não toma mais mamadeira. Viu que copo lindo a mamãe comprou pra você....

E ela? Nem aí! Tomou seu leite, nem perguntou da mamadeira e nunca mais voltou a usá-la. Simples assim.

Agora, toma em qualquer copo, com ou sem bico. Ainda chama de tetê, mais referindo-se ao leite do que ao recepiente (embora fale "leite" direitinho). E vivemos felizes para sempre...rs.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

A quase-volta das que já foram.

Há certas experiências na vida materna que são traumatizantes e enlouquecedoras mais difíceis que outras.

Quando Ana Elisa era bebezica e mamava de 1 em 1 hora, eu achei que ela explodiria de tanto leite. Mas aí o pediatra aconselhou dar a chupeta, porque não era fome, e sim aquela vontade de sugar pra ficar tranquila. E eu, morrendo de medo, dei a bendita. Ela recusou de início, mas depois pegou e foi uma beleza.

Daí, maaaaais pra frente, achei que era hora de começar a tirar a chupeta, e pesquisei mil formas de fazer isso sem ter que ser um processo triste pra minha filha. E, antes que eu pusesse quaisquer deles em prática, ela largou. Uma noite não pediu, depois pediu, e não pediu mais e eu nunca mais ofereci.

Eu achei que seria um processo lento, sofri por antecipação (ah vá, jura? Tatiane, você nem é disso...rs), mas foi tranquilo e indolor pra ambas as partes.

Até outro dia eu ainda tinha 3 chupetas escondidas no fundo do armário, pra qualquer eventualidade (leia-se: berros madrugada adentro pedindo a bendita). E achei que já podia jogá-las fora. 

Peguei as caixinhas, abri uma a uma, olhei bem, lembrei de tantas e tantas coisas. E aí, enquanto eu tentava escondê-las na roupa pra poder jogar sem que a pequena cria visse, ela chegou no quarto.

Mãe, que cê tem aí? Nada filha.

Tem sim, dêxa vê. E eu abri umas das caixinhas.

Ela olhou, olhou e falou: Mãe, eu quelo!

Eu fiquei pálida e aterrorizada! Será que teria que inventar alguma história mentirosa fantástica que justificasse ainda ter 3 chupetas guardadas e ter que jogá-las no lixo? Então, perguntei:

O que você quer, filha? A caixinha mãe, pá gadá binquedo.

Ufa! Essa foi por pouco...rs.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Titia Tati.

Eu tenho uma amiga (ou tinha, talvez tenha virado colega, espero que não, sei lá...) que pariu há pouco tempo.

Ela teve uma gravidez relativamente tranquila, pariu naturalmente e tem apoio de Deus e o mundo, pra sorte dela.

Essa minha amiga (ou não, vocês sabem...rs) tem uma amiga que também pariu há pouco tempo. E essa pintou a maternidade de rosa-pink-brilhante, como diria Ana Elisa. Diz que viajou com a cria com pouco tempo de vida, pois são eles que se adaptam à nossa realidade, e não nós que mudamos a vida por eles, blá blá blá Whiskas Sachê.

E essa minha amiga (chega de explicar...rs) acreditou piamente. E, claaaaaaaro, caiu do cavalo. A vida virou de pernas pro ar (ou de ponta cabeça, como preferir), ela não tem tempo pra mais nada e está em apuros, mesmo tendo todo apoio do mundo.

Então, aí vai a dica da Titia Tati: Nega, rapadura é doce, mas não é mole não.

Preciso dizer mais???

Beijo, bom final de semana.

P.S.: quando minha filha era recém-nascida e me desejavam bom final de semana, eu pensava: bom por quê? Eu não posso dormir, não posso sair, não posso tomar um banho demorado. Acho que eu era neurótica... hahaha!