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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Metade.

Estamos na metade do ano.

Vocês tem noção de como o tempo está passando rápido demais?

Como diria o ditado: "Os dias são longos, os anos são curtos."

Então dá licença que vou ali viver um pouquinho e volto depois...rs.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Dia dos namorados.

Eu acho engraçado como as pessoas comemoram certas datas. E uma delas é o Dia dos Namorados.

Brigam o ano inteiro. Mal se olham. Não dão um beijo nem para desejar boa noite. E daí no dia 12 de junho trocam presentes, saem para jantar fora e até encaram a fila no Motel.

Para mim, assim como no dia das mães, dos pais, das crianças e etecétera, dia dos namorados é todo dia. Ficar junto, se dar bem, não deixar que as discordâncias cotidianas acabem com o bom humor, dar um presentinho só para demonstrar seu carinho. Essas coisas precisam de data específica? Eu acho que não...

Então, coloquemos o amor na frente dos problemas e tornemos todos os dias enamorados!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Salada de frutas.

Era uma vez uma bebê linda, saudável e cheia de apetite. Logo que o pediatra mandou introduzir frutas à sua alimentação, experimentou vários tipos e gostou de todos.

Comia uma banana nanica inteirinha. Primeiro, amassadinha. Depois, dando mordidinhas com seus lindos dentinhos.

Comia meio mamão papaia num piscar de olhos. Se a mamãe oferecesse, comia quase inteiro.

Enfim, comia a fruta que fosse e não fazia careta para nenhuma.

Daí essa bebê começou a crescer, continuou linda, saudável e cheia de apetite. Mas agora seu paladar era muito mais seletivo. E, quando aprendeu a falar, começou a explicar o motivo de não querer as frutas: (textos traduzidos pro "adultês)

- Banana é pro macaco, não pra criança;

- Mamão é muito mole, não gosto;

- Maçã só se for sem casca, senão tem bicho;

-Pêra só se for molinha, dura tem bicho;

- Morango só se for com iogurte, ou com açúcar, ou ainda com chocolate, senão é ruim;

E formou sua listinha de frutas preferidas (as únicas que come), variando as que ficam em primeiro lugar: maçã (sem casca), pêra (mole); morango (misturado), manga, uva, laranja, mexerica, goiaba (sem semente) e eu acho que é só.

Essa menina, vendo um DVD da Xuxa começou a comentar uma música, que falava da importância das frutas:

- Hum, banana, eu adoro!

- Hum, mamão, é uma delícia!

- Caqui é muito bom!

E por aí vai.

Daí eu digo: entender a importância das frutas é muito legal. Mas dizer que come já são outros quinhentos...rs.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Reflexão...

Primeiro, eu li o post da Carol. Me identifiquei, viajei no tempo e fiquei com o coração apertadinho por ela e por todas as mães de recém-nascidos. Parece que foi há séculos que me sentia exatamente assim...

Depois, li o post da Dani e também fiquei com dó, porque sei como é horrível ficar sem dormir. E ela ainda tem duas pra cuidar. Meu Deus...

E então li o post da Roberta e vi que é assim mesmo. A gente tenta ser positiva, conta até mentirinhas pra amenizar o caos que é ter filho pequeno em casa.

Uns mais, outros menos trabalho... mas é punk a coisa. A minha completou 2 anos e 9 meses e ainda tem seus poréns, fazer o quê?

Então, se você acha que ter filhos é um mar de rosas sempre, melhor desistir da ideia...

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Refeições.

Minha filha é boa de boca, grazadeus. Mas há pratos que ela batizou com esse ou aquele nome e não adianta corrigí-la. Não é que ela não saiba o que é, não é que ela não saiba falar, mas ela gosta de chamar diferente.

- Tudo, absolutamente tudo que vai molho vermelho é macarrão. Mesmo que seja panqueca. Mesmo que seja arroz. Pra ela é macarrão.

- Adora comida japonesa, e fica falando que quer comer peixinho. Mas quando chega lá, chama o sashimi de frango. E sabe que não é frango, mas pede pelo frango...rs. Gosta dos bolinhos de queijo, e não quer os com minhoca...rs. E come aquele arroz branco puro! Eca!

- Pede pra colocar sal no feijão. E todos me olham espantados! Mal sabem que sal é farinha...rs. Sei lá onde aprendeu a gostar de farinha, mas gosta...rs.

- Uva é uva. Jabuticaba é uva. E não se discute.

- Peito de peru é peru. Presunto é peru. Salame é peru. E vai tudo pra pancinha...rs.

Eu corrijo, explico, mas acho uma graça esse vocabulário próprio!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Recordar é viver.

Estava eu separando o uniforme para minha pequena ir à escola no dia seguinte quando me lembrei de fatos da minha época escolar. Nada demais, mas daqueles fatos que nos dão saudade de uma época que não volta. Como diria o ditado, época em que eu era feliz e não sabia. Ou sabia, mas inventava problemas porque não tinha nada melhor pra fazer.

Estudei da 1ª à 8ª série na mesma escola, uma unidade do SESI. Lá aprendi a ser gente, formei meu caráter, fiz amigos e odiei algumas pessoas, tive aulas de tudo quanto foi coisa (desde artes industriais à educação moral e cívica- e se me chamar de velha vai apanhar...rs).

Toda 5ª feira nos reuníamos no pátio para entoarmos o Hino Nacional. Era regido (isso, regido mesmo) pela  professora de história Mieko. E graças a ela nós aprendemos a maioria dos Hinos, desde o Nacional ao da Pátria, passando pelo Hino da nossa cidade. Patriotismo em primeiro lugar.

A escola tinha regras muito, muito rígidas. Só entrávamos de uniforme (exceto quem teve seu uniforme levado pela enchente...rs): calça e jaqueta azuis claros (Smurf´s mesmo), camiseta branca com emblema, meias brancas sem qualquer detalhe de outra cor (e sim, até isso era fiscalizado) e tênis azul marinho. Quando eu estava na 5ª série o uniforme mudou para: calça e jaqueta pretas, com um friso vermelho, camiseta branca, meias brancas e tênis preto. Nada de boné, nem brinco para os meninos, nem meia de bichinhos, nem nada de nada.

E nos dias de muito frio só era liberada blusa preta ou branca, por baixo da jaqueta. E ai daquele que não cumprisse isso. Era levado à diretoria e assinava o livro negro (que eu nem sei se era negro mesmo porque nunca assinei, grazadeus).

Com toda essa rigidez é óbvio que odiávamos o uniforme. E adorávamos um dia específico do ano. Na semana das crianças, na 6ª feira, éramos liberados do uniforme e podíamos ir com a roupa que quiséssemos. 

Nem preciso dizer que era o acontecimento do ano! A semana toda pensando em que roupa usar, que meia, que tênis. Pensava tanto que chegava no tal dia ainda sem saber o que usar. E era um desfile de moda, cada um podendo usar seu estilo, mostrar sua personalidade através do que vestia. Mas na 2ª feira tudo voltava ao normal e éramos um bando de pessoas iguais.

Hoje é claro que entendo o uso do uniforme, e adoro. Nada como acordar, vestir o uniforme sem precisar pensar muito e ir pra galera. Mas no alto dos meus 12 anos eu odiava a tal "farda", não via a hora de sair daquela escola pra vestir o que eu quisesse. Tolinha...rs.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Experiência.

Quando se está grávida, não se tem a exata noção do trabalho que um bebê dá. E também não se tem noção do tamanho do amor que está nascendo.

Nas poucas noites que Ana Elisa passou em claro eu me desesperei. E buscava respostas. E fui informada de uns tais picos de crescimento. E comecei a seguir aquilo como uma religião.

Não dormiu de dia? Pode procurar um pico. Não mamou direito? Pode procurar um pico. E por aí vai.

Só que hoje, no alto dos meus quase 3 anos como mãe (sem contar o tempo de pancinha, claro), posso dizer com propriedade. CRIANÇA DÁ TRABALHO PORQUE DÁ TRABALHO. Ponto. Uns mais, outros menos, mas são seres frágeis que não sabem expressar o que sentem e precisam da sua total atenção e cuidado.

Há dias calmos, dias agitados, dias de sono  e noites em claro. Criança não vem com manual de instrução.

O que fazer nessas horas de desespero? Use sua intuição, ouça seu coração.

Dicas de pessoas mais velhas ou de mães mais experientes valem a pena. Mas ouça e peneire o que lhe interessa. Faça com o seu filho do seu jeito, da forma que você acha melhor e assim, com erros e acertos, o vínculo entre você e seu bebê vai se estreitando.

Nota: não é porque a criança está crescendo que você vai saber tudo, há também os momentos de "pelamordedeus, alguém me ajuda!". Exemplo: domingo de manhã, você super gripada e sua cria querendo sua companhia na sala, porque acordou às 6 da matina e o sono foi embora. Que se vai fazer?