RSS

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Horário de verão.

Continuo afirmando: eu A-DO-RO horário de verão!

Ainda estar claro plenas 8 da noite me dá mais disposição, acho que aproveitamos mais o dia.

Mas, continuo confessando: até meu organismo entrar nos eixos, eu sofro....

Veja bem: ontem, domingo, eu fui dormir meia-noite! Onze horas no meu relógio biológico, claro. Mas acordei às seis da matina, cinco horas pro meu organismo!

Levantei, me troquei e tals, fui trabalhar. Mas confesso que ainda estou ligada no automático...rs.

Ainda assim, continuo adorando horário de verão!

sábado, 15 de outubro de 2011

Dia dos Professores.




Numa época onde cada vez mais discute-se até onde vai a responsabilidade da escola em educar as crianças, pois os pais abrem mão dessa função por ser mais cômodo.

Numa época onde um deputado ganha o salário de trocentos professores.

Numa época onde crianças não tem limites, professores são agredidos, crianças não tem mais referência familiar.

Numa época onde...... bem, melhor eu parar por aqui, pois acho que o texto não teria fim.

Vamos, só por hoje, deixar as questões mais profundas de lado e homenagear essa classe, que dedica-se a ensinar e nos ajudar a formar nossos futuros cidadãos.

FELIZ DIA DOS PROFESSORES!

"O professor disserta sobre ponto difícil do programa.


Um aluno dorme,

Cansado das canseiras desta vida.

O professor vai sacudí-lo?

Vai repreendê-lo?

Não.

O rofessor baixa a voz,

Com medo de acordá-lo."

( Carlos Drummond de Andrade)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Segundo aniversário!

Há exatos 2 anos, com esse texto aqui, eu voltei a blogar.

Lia muito, opinava, e decidi ter o meu espaço.

Eu não sabia exatamente sobre o que escrever, e o assunto predominante é o favorito das mães: filhos. No meu caso, filha.

Nesses dois anos tantas coisas aconteceram. E eu aprendi muito com os blogs amigos, de verdade.

Estou longe de ser uma mãe blogueira super badalada, convidada pra escrever em outros blogs, ou pra dar uma entrevista, nem pra participar de um encontro bloguístico. Mas estou feliz com o meu cantinho, por poder dividir um tiquim das experiências da minha vida com vocês!

Então, obrigada queridos dois leitores. E parabéns pra nós!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Um filho.

Outro dia li nalgum lugar uma coisa realmente verdadeira.

Quando se namora, perguntam quando vão noivar. Quando noivam, perguntam quando vão casar. Quando casam, perguntam quando vem o bebê. Quando vem o primeiro, perguntam quando vem o irmãozinho. Se tem um filho, é pouco. Se tem dois, é muito. Se tem três ou mais, você não tem juízo. Pra quê colocar tanta gente no mundo?

Isso prova que o ser humano é insatisfeito por natureza. E adooooora cuidar da vida alheia. Todos dizem não ter tempo pra nada, mas pra criticar o vizinho todo mundo dá um jeitinho. Que coisa feia, não?

Enquanto éramos casados sem filhos, parece que o povo não nos levava tão a sério. Éramos uma família de dois, sim, e isso não queria dizer que não tínhamos deveres e obrigações como toda família. Tudo bem, um casal sem filhos pode se dar ao luxo de encontrar amigos num bar em plena quarta-feira, chegar tarde em casa e descontar no final de semana, dormindo até o meio-dia. Mas suas obrigações, suas contas, o montão de coisas que acompanha a vida adulta não espera.

Aí tivemos Ana Elisa, e o povo começou a achar que, agora sim, viramos gente grande. Parece que ela foi o ingresso pro maravilhoso mundo da família, tendo que cumprir horários e regras de etiqueta pra quem tem crianças. Beleza.

Agora, percebo alguns narizes torcidos porque só temos uma filha. Caramba! E o que o povo em geral tem com isso, hein? Mãe de um é menos mãe que de três? Claro que mãe de um tem mais tempo pra se dedicar a ele, mas não tem menos preocupações que outra mãe. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa bem diferente.

Então, acho que vou comprar várias tartaruguinhas e dar de presente àqueles que gostam de cuidar da vida alheia. A tartaruga vive mais de 100 anos, a pessoa pode cuidar da vida do animalzinho e deixar a vida dos outros em paz...rs.

P.S.: Amanhã é Dia das Crianças. Presente material, pouco importa. Mas dê de presente um dia especial ao seu filho, com direito a muito carinho e muita bagunça!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Música.

Tem certas dicas que ouvimos enquanto estamos grávidas que achamos o máximo. E, assim que nosso filho nasce, queremos colocar em prática logo! E é claro que há dicas que achamos um absurdo e deletamos.

Uma dica que eu achei linda foi sobre cantar pro bebê. Diziam que, se cantássemos uma mesma música sempre pro nosso bebê ainda no ventre, quando ele nascesse a memória daquela música o acalmaria. E também diziam pra colocar uma musiquinha suave enquanto ele dormisse, assim os barulhos externos não atrapalhariam o sono e ele ficaria mais tranquilo.

Pois eu escolhi duas músicas que eu acho muito lindinhas e passei a cantar todo santo dia pra Ana Elisa, enquanto eu tomava banho. Me lavava, acariciava a barrigona, cantava e falava com ela, de todo amor que eu já sentia e que estava doida pra ver seu rostinho, doida pra tê-la em meus braços.

Juro, era um momento lindo, só nosso, onde me conectava inteiramente com aquela bebezinha que mexia no meu ventre. Me emocionava, chorava de felicidade e achava que o mundo era completamente cor-de-rosa.

Daí a menininha nasce, linda, cabeluda, forte, saudável e chorando a plenos pulmões. E eu fiquei embasbacada. Só que, logo na primeira noite, já vieram as famosas cólicas. Ainda no hospital, tive ajuda e paciência das enfermeiras, que me ensinavam dicas e técnicas pra aliviar aquela dor.

E então fomos pra casa, e as cólicas persistiam. E, quem é mãe sabe, no auge do desespero a gente tenta de tudo. E me lembrei da dica das músicas. E comecei a cantarolar baixinho, pertinho dela. O que aconteceu?

Ah, ela se acalmou e dormiu tranquilamente.... hahaha! Mentira. Ela se desesperava cada vez mais, parecia que a música alfinetava em alguma parte do corpinho dela! Eu tentei mudar de música, e nada.

Então me lembrei do lance da musiquinha baixinha. E apelei pro móbile, lindo, com aquela musiquinha suave e hipnotizante. E ela gritava ainda mais alto, pra acordar o bairro todo!

Achei que fosse só naquela situação que a música irritava, e tentei algumas outras vezes. Nada. Ela não curtia mesmo. Tanto que, até pouco tempo atrás, quando o móbile ainda estava no berço, ela não podia ouvir os primeiros acordes da música que já chorava.

Agora ela até curte que eu cante na hora de dormir, mas escolhe a música. Talvez fosse isso, meu repertório não agradava...rs.

Fica a dica: vale a pena tentar sim, mas não ache que tudo funciona como nos livros...rs.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Sonim.

Primeiro, eu era uma dorminhoca, daquelas que acordam na hora do almoço no domingo.

Depois, eu era mãe de um bebê, então era obrigada a acordar cedo, fosse sábado, domingo ou feriado.

Agora, sou mãe de uma menininha linda, que dorme bem e não acorda mais tão cedo. O problema é que eu acostumei a acordar cedo, e não tem jeito. Fico enrolando na cama, tentando dormir, mas o despertador biológico toca e não adianta lutar contra.

Além de acordar cedo, tenho um outro porém. Se acordo de madrugada por qualquer motivo, levo séculos para voltar a dormir. Já aconteceu de, no meio da semana, acordar por volta das 4h e cochilar novamente quase 6h, quando meu despertador tocou.

E se cochilo a tarde então, vixi, a noite tô lascada! O sono não vem de modo algum!

Alguma dica, simpatia, mandinga, oração pra dormir melhor?...rs.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Múltipla escolha.

Cena do dia:

Mãe acorda cedo, deixa tudo arrumado e sai para trabalhar.

Pai acorda logo em seguida e vai para o banho.

Filha, que acabou de completar 3 anos, ainda dorme.

Pai deixa a porta do banheiro aberta. Logo em seguida filha chega e diz: Papai, quelo fazê xixi. O que acontece em seguida?

a) Filha não aguenta e faz xixi no pijama.

b) Pai sai do banho todo ensaboado, molha todo o chão e coloca a filha no vaso sanitário.

c) Filha levanta a tampa e senta sozinha.

Tempo pra pensar...................................................................

Se você respondeu alternativa C, acertou!

Minha bebê filha, que já se virava sozinha na escola (vaso menor) agora já se vira sozinha em casa também!